Jean-François Dichamp

piano

E. GRANADOS (1867 - 1916)

Goyescas (Los majos enamorados) 

    Los Requiebros 

    Coloquio en la Reja

 

D. SCARLATTI (1685 - 1757)

Sonata em mi bemol maior K193

 

E. GRANADOS (1867 - 1916)

Goyescas (Los majos enamorados) 

    El Fandango del Candil 

 

D. SCARLATTI (1685 - 1757)

Sonata em ré menor K141 

 

C. DEBUSSY (1862 - 1918)

Toccata

La Soirée dans Grenade

La Cathédrale Engloutie

L'Isle Joyeuse

12H30  l  quarta-feira  l  12 de Julho

Em 1982, um menino de 12 anos apareceu nas telas da televisão, interpretando Mozart criança ao lado de Michel Bouquet no filme de Marcel Bluwal dedicado à vida do autor das Bodas de Fígaro. Após esta experiência como ator, Jean-François Dichamp, que teve sua iniciação ao piano com a mãe e na classe de Geneviève Ibanez no Conservatório de Boulogne, optou pela carreira de pianista, pelo Conservatório de Paris e pelos concursos internacionais. Primeiro Prêmio por unanimidade do Conservatório Nacional Superior de Música de Paris em 1986 e aluno de Jean-Claude Pennetier durante o terceiro clico desse estabelecimento, tornou-se um dos discípulos mais brilhantes de Nikita Magaloff e de Maria Curcio, que estudou com Arthur Schnabel e lhe aportou um conhecimento profundo do piano e ampliou seus horizontes musicais.

O prêmio de finalista no Concurso internacional de Santander foi o ponto de partida de uma carreira que o levou à Polônia, Irlanda, Inglaterra (onde morou por quatro anos), Alemanha, Espanha, Turquia, Romênia, Estados Unidos, México, Colômbia, Chile, Portugal, Argélia, Chipre e Paraguai.

“Um artista muito sensível”, disse o Times; “Um dom inato para Chopin”, segundo o The Independent on Sunday. A imprensa mexicana falou no El Norte sobre seu recital no Festival Internacional de Monterrey como um “verdadeiro evento musical, como demonstrou o público ovacionando-o do início ao fim deste magnífico concerto... Sem sombra de dúvidas, com Dichamp descobrimos uma outra dimensão de Liszt”. Enquanto isso, na França L'Humanité saudou “uma maturidade exemplar neste jovem músico”.

Convidado para France Musiques, Festivais Chopin de Duzniki (Polônia), Chorégies de Orange, Midi Musicaaux du Châtelet, Festa da Música, em Lisboa, Festival de La Roque D’Anthéron, Folles Journées de Nantes, Festival Frutillar no Chile, Festival de Monterrey, no México, International Piano Series, em Charleston, Carolina do Sul (EUA), tocou os dois Concertos de Liszt com a Orquestra Filarmônica de Debrecen (Hungria), os dois Concertos de Chopin e o Concerto de Schumann com a Orquestra do Estado do México, o Concerto n. 1 de Brahms com a Sinfônica de Cali (Colômbia) e vários concertos de Mozart.

Seus dois CDs dedicados a Chopin e Liszt foram unanimemente aclamados pela crítica: “Este segundo registro prova que Jean-François Dichamp é definitivamente um dos grandes pianistas da nova geração” (Alain Duault).