12H30  l  quarta-feira  l  14 de Outubro

LOREDANA GINTOLI

harpa

LOREDANA GINTOLI formou-se em harpa moderna no Conservatório Giuseppe Verdi em Milão e continuou seus  estudos na Musikhochschule de Freiburg, onde, em 1991, obteve o doutorado sob a orientação de Ursula Holliger.

 

Em 1994, o encontro com Mara Galassi marcou uma importante guinada em sua carreira artística, que a levou a obter o diploma de harpa barroca na Escola Cívica de Música de Milão.

 

A partir de então, sua carreira como solista levou-a a colaborar com os mais prestigiados grupos de música antiga da Europa, incluindo o Concerto Italiano, o Concerto Vocal e a Akademie für Alte Musik.

 

Tocou nas principais salas de concerto europeias, incluindo a Filarmônica de Berlim, Bayrische Staatsoper (Munique), Opera Garnier (Paris), Teatro an der Wien (Viena), Teatro alla Scala (Milão).

 

Participou de vários festivais internacionais, como Bruges, Paris, Londres, Göttinger, Cremona, Aix en Provence e muitos outros.

 

Foi convidada em várias oportunidades para realizar seminários sobre harpa barroca em diversas instituições, como a Universidade de Madison (EUA) e o Conservatório da Suíça Italiana (Lugano).

 

Gravou para Archiv, K617, Glossa, Harmonia mundi, Sony Classical, Simphonia, Stradivarius, Tactus, Chandos, Naïve, e alguns desses registros obtiveram prestígios prêmios internacionais como o Diapason d'or e o Choc Musique. Registrou ainda para a televisões alemã, francesa, austríaca, espanhola, norueguesa e italiana e para vários canais de rádio europeus.

 

Foi professora de harpa renascentista e barroca no Conservatório E. Dall'Abaco de Verona, de 2002 a 2011 e no Conservatório Vincenzo Bellini de Palermo de 2010 a 2017.

Doutorando e mestre em Musicologia e bacharel em Regência pela USP, foi bolsista do Wind Conducting Symposium (Canadá), Festival de Campos do Jordão, Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Festival Internacional de Campos-RJ. Foi diretor do Conservatório de Alfenas-MG, regente titular do Coro da Universidade Federal de Alfenas, regente assistente do Coral da ECA-USP e da Orquestra de Câmara da ECA-USP, regente do Coral VivaVoz e do Coral da UFJF e professor de Regência Coral, Harmonia, Percepção Musical e Contraponto na Universidade Federal de Juiz de Fora-MG. É professor de Canto Coral no Instituto de Artes da UNESP, de Regência Coral na Pós-graduação da Faculdade Paulista de Artes e Regência Orquestral na Academia de Regência da OSESP. Como violista atua no sexteto Clio de música antiga e no quarteto Pau-Brasil. É autor do Guia Didático para Cordas do Projeto GURI, regente titular do Conjunto de Música Antiga da USP, regente titular do Madrigal Anhum, regente convidado da Orquestra Sinfônica da USP, da Orquestra Sinfônica de Piracicaba e maestro preparador do Coro da OSESP. Foi finalista do Prêmio Jovem Talento 2019 da Revista Concerto.

CONJUNTO DE MÚSICA ANTIGA DA USP

WILLIAM COELHO

regente

Repertório a ser determinado

O CONJUNTO DE MÚSICA ANTIGA DA USP é um grupo dinâmico e arrojado, formado por músicos especialistas em instrumentos históricos. Em seu 17° ano de atividade, o grupo alinha-se com intérpretes nacionais e internacionais que compartilham da proposta de unir pesquisa musicológica e performance da música dos séculos XVI, XVII e XVIII. A direção do conjunto está a cargo do maestro William Coelho.

Entre os projetos já realizados pelo Conjunto encontram-se a ópera “L’Orfeo” de Claudio Monteverdi (reinauguração do Theatro São Pedro, SP, 2005); o Divertissement “Les Arts Réunis” de Jean-Baptiste Lully, em conjunto com a Mercurius Company, companhia de ballet  barroco  londrina  (2011);  dois projetos

com a renomada violinista barroca Judy Tarling (Royal Academy of Music, 2012-2013);  uma série de concertos dedicada à Música Colonial Brasileira, junto ao coral Audi Coelum e narração da atriz Fernanda Montenegro, sob direção geral de Roberto Rodrigues (2014); dois projetos com o flautista holandês Maurice van Lieshout, estudioso destacado da música quinhentista (2014-2015); concertos junto ao grande fortepianista Malcolm Bilson (2016); o “Requiem” K. 622 de Mozart, em parceria artística com músicos da Argentina e direção de William Coelho (2017), assim como a primeira montagem sul americana da 5ª Sinfonia de Beethoven com instrumentos históricos.