12H30  l  quarta-feira  l  09 de Setembro

CONJUNTO DE MÚSICA

ANTIGA DA USP

WILLIAM COELHO

regente

L. v. BEETHOVEN (1870-1827)

Abertura Egmont  op. 84 (1809-10)

Sinfonia n.3, op. 55 (1803-04)

    Allegro con brio

    Marcia funebre. Adagio assai

    Scherzo. Allegro vivace - Trio

    Finale. Allegro molto

Doutorando e mestre em Musicologia, WILLIAM COELHO, bacharel em Regência pela USP, foi bolsista do Wind Conducting Symposium (Canadá), Festival de Campos do Jordão e Laboratório de Regência da Filarmônica de Minas. Foi diretor do Conservatório de Alfenas, regente do coro da Universidade Federal de Alfenas e regente assistente do Coral e da Orquestra de Câmara da ECA-USP. É professor de Canto Coral da UNESP, de Harmonia da UFJF e de Regência Coral na Faculdade Paulista de Artes. É regente do Coral VivaVoz, do Coral da UFJF, do Conjunto de Música Antiga da USP e regente convidado da OSUSP e do Coro da OSESP.

O CONJUNTO DE MÚSICA ANTIGA DA USP é um grupo dinâmico e arrojado, formado por músicos especialistas em instrumentos históricos. Em seu 17° ano de atividade, o grupo alinha-se com intérpretes nacionais e internacionais que compartilham da proposta de unir pesquisa musicológica e performance da música dos séculos XVI, XVII e XVIII. A direção do conjunto está a cargo do maestro William Coelho.

Entre os projetos já realizados pelo Conjunto encontram-se a ópera “L’Orfeo” de Claudio Monteverdi (reinauguração do Theatro São Pedro, SP, 2005); o Divertissement “Les Arts Réunis” de Jean-Baptiste Lully, em conjunto com a Mercurius Company, companhia de ballet  barroco  londrina  (2011);  dois

projetos com a renomada violinista barroca Judy Tarling (Royal Academy of Music, 2012-2013);  uma série de concertos dedicada à Música Colonial Brasileira, junto ao coral Audi Coelum e narração da atriz Fernanda Montenegro, sob direção geral de Roberto Rodrigues (2014); dois projetos com o flautista holandês Maurice van Lieshout, estudioso destacado da música quinhentista (2014-2015); concertos junto ao grande fortepianista Malcolm Bilson (2016); o “Requiem” K. 622 de Mozart, em parceria artística com músicos da Argentina e direção de William Coelho (2017), assim como a primeira montagem sul americana da 5ª Sinfonia de Beethoven com instrumentos históricos.